quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Na Contramão

Da janela de casa eu vejo descendo a rua, trôpegos, maltrapilhos, desorientados, sem rumo, sem metas, procurando por alguma coisa. Muitas vezes são jovens bem vestidos
Anônimos para si mesmos continuam a descer na vida por uma estrada sem saída, sem volta. Caminho escuro cheio de pedras e espinhos. É o fim da rua.Lá se escondem no mato alto, na inebriante fumaça de seus pensamentos, ignorando a família e os valores. Vida sem sentido, sem saída

Um comentário:

  1. Auta, está lindo e interessante o seu blog. Fiz algumas leituras e até copiei várias receitas. Parabéns! Voltarei mais vezes. Um grande abraço. Lucia Rodrigues

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